Deixo aqui o novo trailer do jogo Grand Theft Auto: Episodes from Liberty City, a marca Grand Theft Auto tem vindo a crescer e a tornar-se também um dos jogos mais contestados e polémicos da industria dos videojogos. Espero que gostem.
Dead Snow, filme norueguês de 2009 apresenta-se como um filme de terror/comédia com claras homenagens a filmes de série b dentro desse mesmo género cinematográfico.
A história do filme é ridícula, alias para tira o máximo partido dos melhores aspectos deste filme não se o pode levar muito a sério, sendo que ele próprio não se leva a sério gozando claramente com quase todos os clichés dos filmes de terror do cinema norte-americano, levando a situações verdadeiramente hilariantes, muito ao estilo de filmes como Evil Dead (na sua premissa principalmente) e Braindead (no seu gore claramente exagerado e ridículo).
Dentro do próprio filme existem referências a estes dois filmes, seja na t-shirt de uma das personagens, como em conversas entre elas.
Mas voltando à história, toda a acção se passa numas montanhas norueguesas, e retrata um grupo de jovens que decidem ir passar as suas férias da pascoa a essas mesmas montanhas, ficando alojados numa pequena cabana isolada (Evil Dead anyone?). Tudo está bem até que aparecem zombies nazis e começam a assassina-los um a um (sim é ridículo, apenas não levem a sério e acabam por achar piada). A partir dai o filme retrata a demanda desses jovens e a sua tentativa de escapar da montanha agora infestada de zombies.
Enquanto o tipo de humor presente neste filme, pode não agradar a todos, os cenários com certeza agradarão, sendo que as montanhas norueguesas são uma verdadeira beleza para os olhos, assim como a banda sonora é uma delícia para os ouvidos, quase sempre adaptando-se à situação, tendo mesmo alguns registos sonoros bastante originais e agradáveis.
Sendo este o meu primeiro filme com Tommy Wirkola como realizador, deixou me excelentes impressões nesta paródia terrorífica, sem dúvida fico ansioso para ver mais trabalhos deste senhor.
Parece que a Sega anúnciou um novo sonic, desta vez será em 2D e em HD. Segundo declarações dos responsaveis deste projecto, o jogo sairá lá para 2010, será um retorno às origens do 2D e da velocidade.
Será isto portanto uma tentativa de reanimar a mascote da Sega que parece ter vindo a perder fulgor nos últimos anos com o lançamento de uma série de jogos de qualidade duvidosa.
Como fã dos jogos originais só posso esperar que este novo capitulo venha com a qualidade necessária.
Deixo aqui o link para a entrevista a Ken Ballough e também para o teaser apresentado pela Sega.
Boas, o cinejogos finalmente tem um cabeçalho definitivo!
Depois de umas boas férias volto e para minha surpresa o meu request por um cabeçalho melhor, feito a entidades superiores em termos de photoshop foi satisfeito, espero que gostem do trabalho desenvolvido pelo user Courato do fórum Zwame. Deixo aqui o meu muito obrigado a este user!
Entretanto deixo aqui um link para o fórum para quem ainda não conhece.
Nestes últimos tempos tenho-me vindo a deparar tanto em território nacional como internacional com alguns casos de autentico ódio pela Nintendo por ela fazer como lhe ouvi chamar “jogos para putos”. Enquanto que por um lado têm alguma razão, a Nintendo tem uma certa tendência para apelar mais às crianças e casual gamers com as suas personagens cartoonescas e consolas sempre “diferentes” dos seus concorrentes, também é verdade que as crianças e os casual gamers também são grandes consumidores na indústria dos videojogos, logo apenas estão a zelar pelos seus interesses, assim como as suas concorrentes apostam mais noutro tipo de consumidores.
Para que não me interpretem mal fica aqui um esclarecimento, quando digo que eles tentam apelar a camadas mais jovens com as suas personagens cartoonescas e simpáticas e aos casual gamers com controlos inovadores (caso DS e Wii) estou a falar dos jogos desenvolvidos pela Nintendo, nomeadamente as suas franchises como o caso do Super Mario e por ai fora e não dos jogos desenvolvidos por third parties para consolas da nintendo, acredito que existam alternativas para jogadores mais “hardcore” presentes nas consolas da Nintendo.
Mas voltando ao tema deste artigo, acho que os que se auto intitulam de jogadores “hardcore” e muitas vezes dizem mal de uma companhia como a Nintendo deviam pensar duas vezes antes de o fazerem, afinal se são jogadores tão dedicados como isso deviam saber a história da Nintendo e dos videojogos em geral e portanto deviam também ter conhecimento que foi a Nintendo que fez com que o mercado das consolas conseguisse superar uma crise enorme por que passava no ano de 1983/1984 com a saida da Nintendo Entertainment System ou NES e só por esse facto já nos merece respeito, assim como a Sony também o merece por ter feito a indústria dos videojogos crescer de uma forma abismal com a saida da Playstation, e a Microsoft talvez mereça pelo impulso que deu ao crescimento do online play nas consolas, embora a primeira consola com online play tenha sido a Dreamcast penso eu, logo a sega também merece o respeito dos gamers de hoje.
Com este artigo não pretendo mostrar-me fanboy da Nintendo de forma alguma, possuo consolas da sega, nintendo, sony (microsoft não infelizmente) e gosto de todas, acredito que todas elas trouxeram alguma coisa nova para os mercados e que todas merecem o respeito necessário.
Com isto dito apenas apelo a que existam menos conflictos entre os fãs das consolas, não se fiem tanto nas vendas de uma consola, pensem mais no divertimento em geral que irão poder tirar de um sistema no momento em que o ligam e respeitem a concorrência, pois sem dúvida ela é boa para o desenvolvimento do mercado.
Como tema do meu primeiro artigo real seleccionei o jogo “Deus Ex”.
Lançado em 2000 pela Eidos Interactive, Deus ex viria a ser um dos jogos mais apreciados de sempre no mundo dos videojogos.
Deus ex passa-se no ano 2050 numa sociadade distópica. A personagem principal JC Denton é agente da “United Nations Anti-Terrorist Coalition”, e o enredo revolve em torno deste mesmo agente e das várias decisões que ele terá de tomar na sua jornada de combate ao terrorismo e que tipo de impacto essas decisões irão ter no mundo.
É aqui que o jogo se começa a distinguir dos seus concorrentes, o factor escolha, em Deus ex temos várias e nem sempre são preto no branco como em muitos jogos de hoje em dia, numa sociadade em decadência quem decide o certo e errado? Estas decisões fazem com que nos sintamos completamente imersos no jogo, faz-nos questionar todas as hipóteses que nos são colocadas durante o jogo e que tipo de consequências as nossas decisões poderão vir a ter. O mundo deixa de ser uma questão de certos e errados, onde o nosso héroi será sempre o bom da fita que pratica o bem, para passar a ser uma questão bastante mais complicada, pois em Deus Ex como na vida real, o que para uns é certo para outros pode não o ser, tornando as questões apresentadas dentro do jogo multifacetadas e muitas vezes filosóficas.
Embora nos tempos que correm grande parte dos jogos já apresentem este factor de escolha, a maior parte não o faz na minha opinião tão bem como em Deus Ex. O que muitos fazem é dar-nos a escolher entre duas opções, que normalmente representam o bem e o mal (caso de Fable), sem haver meios termos.
A história do jogo anda à volta de uma epidemia fatal presente no mundo de Deus Ex apelidada de “Gray Death”. A vacina para combater os efeitos da doença não existe em grandes quantidades, sendo por isso apenas administrada aos elementos considerados mais importantes da sociedade, mas aqui mais uma vez entra o factor social de Deus Ex, quem decide as regras de quem pode ou não ter a vacina? No fundo a pergunta é quem faz o papel de Deus?
O jogo em si combina elementos de First Person Shooters com Role Playing Games, podendo também aqui fazer as nossas opções em relação ao tipo de personagem que queremos, e que tipo de abordagem iremos dar aos problemas.
Embora os cenários cyberpunk sejam bastante imersivos, gráficamente o jogo apresenta-se datado, sendo que nunca foi um colosso em termos de qualidade gráfica. Em termos de som o jogo encontra-se aceitável sendo que existem algumas pistas bastante memoráveis e outras que nem tanto.
De referir ainda que Deus Ex tem uma sequela ( de bastante fraca qualidade na minha opinião) e outra encontra-se a caminho.
Trailer Deus Ex 3:
Deus Ex na altura da sua saida recebeu criticas extremamente positivas, ganhou mais de 40 prémios, apareceu em inúmeras listas de melhores jogos de sempre tendo mesmo ganho uma votação realizada em 2007 pela revista Pc Zone para melhor jogo de sempre para pc.
Fica aqui a minha recomendação para este grande jogo!
Olá, antes de mais gostaria de me apresentar, chamo-me Miguel, sou um jovem como qualquer outro, na casa dos seu 20´s com uma paixão enorme por vários tipos de arte, sendo que este blog servirá para eu exprimir algumas ideias, opiniões e outras coisas que eventualmente me venham à cabeça sobre os meus dois tipos de arte favorita, cinema e videojogos. Estudo ciências da comunicação e vejo este blog como uma boa expêriencia para mim, dá-me uma boa hipótese de escrever sobre o que gosto e melhorar enquanto o faço.
Para meu primeiro post acho adequado falar um pouco sobre as ideias que tenho para este sitio, que tipo de material irei abordar, etc.
Ora bem, no cinejogos tentarei variar o mais possivel entre estas duas formas de arte bem presentes nos dias de hoje. Porquê estas duas formas de arte e não outras? Ambas, embora em percentagens diferentes infuenciaram o meu crescimento e desenvolvimento como ser humano, ambas estas formas de arte me deram alegrias e me ensinaram coisas importantes e sem dúvida ambas me ajudaram a saber apreciar mais formas de artes que muitos jovens de hoje infelizmente prestam pouca ou nenhuma atenção, e por isso esporadicamente posso também abordar um livro ou outro dependendo do tempo, qualidade e/ou tema abordado pelo mesmo.